Segunda-feira, 23 de Maio de 2011
vencedor nine2five 2011

Projecto número 6:

 

 

Este ano voltamos a ter uma votação complicada. Na primeira ronda não se obteve unanimidade, pelo que seleccionamos os projectos mais votados para passarem à segunda fase (nº 2; nº 6; nº 10; nº 14; nº 19).

Na votação final, os resultados foram muito renhidos, ao ponto do vncedor apenas se destacar por um ponto e os restantes ficarem empatados no 2º lugar com 6 pontos.

O resultado final:

 

1º Lugar: Projecto 6 (7 pontos)

2º Lugar: Projecto 2 - Projecto 10 - Projecto 14 - Projecto 19 (6 pontos cada)

 

O autor do projecto vencedor recebe 250 €.

 

Parabéns a todos os participantes.

 



publicado por JP às 00:23
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28 comentários:
De anonimo a 23 de Maio de 2011 às 00:53
É tudo comprado mais uma vez...que vergonha


De Fil a 23 de Maio de 2011 às 01:06
É ?! Fui eu que organizei o evento anterior e nao houve nada comprado/organizado/saco azul nem amarelo! este ano a organizaçao nao foi diferente! E se participou depois de ter achado que foi um concurso "comprado", nao sei porque teve a amabilidade de voltar a concorrer! Noutro caso se nao faz parte da organizaçao, nem do juri, não sei o porque de insinuar algo que nao e real. Caso isso seja somente dor de coto pode ficar ai até ao proximo nine2five a roer-se de inveja!


De Participante a 23 de Maio de 2011 às 10:23
Se criticas tanto aparecias participavas e fazias melhor :)


De Anónimo a 23 de Maio de 2011 às 12:45
Meu Deus !!!!!!


De Luís a 23 de Maio de 2011 às 14:33
Parabéns mano...mereces.te o prémio!! Grande Poseidon ;)


De RicardoCoelho a 23 de Maio de 2011 às 16:29
Muito Obrigado mano Poseidon hehe Parabéns a ti também. Adorei a tua proposta, ganhei por sorte, aquilo estava mesmo muito renhido e tudo empatado. Espero que para o ano haja mais ;) Grande abraço ;)


De Anónimo a 24 de Maio de 2011 às 00:49
Ui. Isto tem pouco de design. Não chamem concurso de design a brincadeiras, por favor. É pena perderem tempo com a organização de um evento, usarem palavras como design gráfico, encontro de design, estágio, etc. e depois premiarem com descuido e deitando fora todos os valores que pareciam ter. Que desilusão.


De RicardoCoelho a 24 de Maio de 2011 às 10:52
Penso que quando deixares de atirar pedras no escuro sem ninguém te ver, quando deixares de criar conflitos sem sequer teres a coragem de dizer quem és ou mostrar a cara, vou levar levar aquilo que dizes a serio por muito que aquilo que digas seja verdade ou mentira. Eu entrei e participei com a finalidade de me divertir aprender competir fosse vencedor ou não, e penso que não deveriam existir este tipo de conflitos que só trazem uma má imagem ao concurso e aos seus concorrentes


De Joana Mateus a 24 de Maio de 2011 às 01:35
isto não é mesmo um logotipo, ou é? custa-me acreditar que este concurso é verdade. a não ser que este logotipo seja só aplicado em outdoors ou mupis, não estou a ver que sentido é que esta ilustração faz! ó espero que o FMI não precise de enviar cartas, porque se precisar, terá de enviar envelopes 20x10cm para garantir a legibilidade do logotipo.

bem, mas não me parece que estejam preocupados com questões como esta.

deviam pensar na utilização da palavra "design" no meio disto tudo.


De RicardoCoelho a 24 de Maio de 2011 às 10:32
Olá Joana
Sim é um logótipo, apesar de teres imensa razão naquilo que dizes, pois design não é apenas arte, também tem que ser funcional obrigatoriamente, e a legibilidade faz claramente parte dos aspectos principais a ter em conta. Vemos que para um lado institucional temos de ter em conta todos os aspectos que referiste nomeadamente a legibilidade em suportes como envelopes etc. O FMI mantem se pelo mais simples uma abordagem institucional em que o logótipo é aplicado em pequenos suportes como envelopes ou papel timbrado porque é o necessário para abranger o seu público-alvo. No entanto pensa no que foi referido no briefing de manha e vê que na verdade para uma instituição que vá contra o FMI que na verdade isso foi bem claro na reunião, uma proposta de intervenção criativa de com o intuito de alertar era para um cliente contra o FMI, o que acaba por ser totalmente oposto ao que devemos ter em conta para o FMI de forma institucional. E aí duvido que a linguagem ou o logótipo fosse aplicado em envelopes, pois eu não vejo imagens publicitarias que pretendem alcançar as massas, as pessoas de uma forma directa, a recorrerem a envelopes. Logo eu apenas me limitei a arriscar mediante os suportes que iam sustentar todo o logo ou campanha referente ao mesmo, nomeadamente Muppis, Outdoors, Cartazes, Flyers logo não creio que a função de aplique e qualquer suporte que exija uma legibilidade do logo a medidas tão reduzidas. Logo o logótipo apesar de consistir numa ilustração cumpre claramente a função pretendida. As regras podem ser quebradas desde que tenham fundamento e desde que resulte, por isso não vejo mal em recorrer a uma ilustração.
Espero que te tenha convencido e obrigado pela tua opinião. :)


De JP a 30 de Maio de 2011 às 17:41
Deves ler o briefing proposto para compreender as soluções apresentadas.


De Diogo a 24 de Maio de 2011 às 01:50
Ficou bastante claro que a abordagem satírica/humorista era a que mais entusiasmava parte do júri (a que preencheu a manhã do evento).
Isto não justifica, no entanto, que o melhor dessa abordagem seja a melhor submissão.

Creio que falhou o equilíbrio entre o apelativo e o adequado, esta última característica completamente em falta no trabalho vencedor. Apelativo também é discutível

Bem, parabéns ao vencedor, de qualquer das maneiras.


De RicardoCoelho a 24 de Maio de 2011 às 10:37
Olá Diogo,

Espero que leias o texto que escrevi para a Joana pois acaba por mostrar parte daquilo que eu tomei como adequado e apelativo, que na minha opinião e na opinião do júri, justifica claramente todo o resultado final de uma forma lógica e plenamente funcional.

Obrigado pelo teu comentário :)


De J.M.C a 24 de Maio de 2011 às 01:53
Isto é como fazer um Concurso de Arquitectura para um novo edifício e premiar um castelo na areia.


De RicardoCoelho a 24 de Maio de 2011 às 10:45
Eu não creio que seja assim como dizes, e não creio que o teu comentário seja muito apropriado, pois se não estas satisfeito dizes as tuas razoes e fazes algumas criticas construtivas, pois deitar a baixo o júri e a organização do evento não revela uma atitude muito humilde da tua parte, muito menos fazeres uma comparação dessas que eu tomei como um insulto. Agradeço te se tiveres criticas construtivas que ajudem a melhorar o evento competição ou ate mesmo a mim de forma a dizeres o que achas errado e te sentires capaz de mostrar o que pensas sem faltar ao respeito a ninguém.


De JMBronze a 24 de Maio de 2011 às 11:29
Parabéns pelo concurso, pareceu-me uma grande iniciativa, só fazia uma alteraçãozinha: não metia a palavra design em lado nenhum.

Pelos vistos design não entra nos critérios de avaliação.


De Fil a 24 de Maio de 2011 às 11:34
é como em tudo ... uns gostam outros não , uns acham que é design outros não. Todos participaram fizeram o que acharam , um venceu e tem de levar com a talocha ?! o juri escolheu não foi o participante que se auto intitulou, ele defendeu a sua proposta tal como todos os outros participantes. Ganhou tal como no ano passado tambem não gostaram da proposta vencedora e como aposto o que quiserem como para o ano também haverá gente que não gosta/ nao concorda/ nao acha design/ nao funcional etc... nem todos gostamos de alface e muitos nao gostam dela temperada e outros por temperar mas nunca deixa de ser alface! e que tal fazer uma apreciaçao dos restantes logos? já fizeram? e entao para voces qual seria o vencedor? estariam todos de acordo na mesma escolha? garanto-vos que fosse um outro qualquer logo que vencesse haveria sempre quem tivesse uma apreciaçao depressiva.


De J.M.C a 24 de Maio de 2011 às 12:48
Claro que há sempre quem gosta e quem não gosta, por isso é que inventaram a democracia. A maioria diz sempre alguma coisa sobre algo. Mas estamos só a falar sobre opiniões pessoais que podem ser ouvidas, certo?
Queria esclarecer a metáfora que usei no outro comentário que, ofensiva ou não, foi a melhor que encontrei para descrever a minha opinião.
Quando metemos no rótulo de um sumo "cenoura e laranja", mas o sumo não leva cenoura, isto é um engano. E quem compra o sumo sente-se enganado, apesar de ter laranja, não tem cenoura. O mesmo acontece quando se usa o rótulo Design, e depois se diz que as regras ou tudo o que o define não é aplicado no concurso, ou só uma parte é aplicada. O uso de um termo tem de ser feito tendo em consideração o que significa, e as regras que lhes estão associadas, pelo menos neste tempo e neste espaço.
Já dizia uma ilustre artista: o problema de todas as disciplinas é a falta de rigor. Quando se abrem excepções tão grandes que não é possível identificar mais o que é, então dão-se outros nomes a essas excepções, e os enganos são evitados. E isto não impede a criatividade, nem a liberdade, nem nada. Até se tem revelado a melhor maneira de criar e inovar. É uma questão de nomenclatura e entendimento, para não andarmos todos enganados.


De RicardoCoelho a 24 de Maio de 2011 às 13:13
Todas as correntes pós impressionista puderam um ponto final ao domínio da ideia em que os verdadeiros artistas eram aqueles capazes de pintar exactamente como nas referencias da Antiguidade Clássica e tudo o resto nem considerado arte seria. Sem essa mudança de mentalidade que essas correntes conseguiram impor, o mundo não conhecia Salvador Dali, não conhecia Van Gogh, não conhecia Jackson Polloc nem Roy Lichtenstein entre muitos outras grandes referencias, que permitiram que a arte fosse capaz de quebrar as regras. O facto de as regras serem quebradas não limita o conceito seja do que for na arte ou design. A capacidade que o designer tem de ser capaz de quebrar determinados conceitos impostos pelo design não implica que isso seja "Um sumo de laranja com sabor Ananás" O conhecimento das regras é essencial e quem as quer quebrar tem que as conhecer, e se eu o fiz é simples, sabia que essa mesma regra não ia por em causa a funcionalidade do logótipo, porque se não ultrapassarmos os limites nos impõem, de que forma é que vamos ser diferentes dos outros??

"The first man to compare the cheeks of a young woman to a rose was obviously a poet; the first to repeat it was possibly an idiot."
Salvador Dali

Mas claro são opiniões, e esta é a minha e espero ter deixado bem claro. E com esta forma de pensar fui capaz de vencer o concurso. E eu entendo aquilo que disseste mas gostaria que também fosses capaz de entender um outra perspectiva diferente da tua.


De Diogo a 24 de Maio de 2011 às 13:45
Não vejo aqui ninguém contra a tua proposta. É, como dizes, a tua submissão, que vai de encontro ao que achas correcto.

Discute-se sim o concurso, o que pede, e o que valorizou.

Sejamos conscientes e vamos la ver se percebemos que, eu pelo menos, não falo por inveja. Falo por achar que existe um certo numero de valores e concepções que não foram tidas em conta (mais uma vez não pelo concorrente, mas sim pela decisão final) quando se considera o trabalho em questão como vencedor.


De JP a 30 de Maio de 2011 às 17:47
Diogo, compreendo a tua posição. Mas se analisares os resultados, vais perceber que houve muitos outros valores a serem considerados. O júri ficou dividido. O facto de se ter vencido este, não implica que tudo o resto foi desconsiderado.
Houve vários trabalhos que ficaram apenas a 1 ponto.
Lembro-te ainda, que o briefing foi claro, que todos os participantes o aceitaram e de manhã não conduziram a conversa para outra área. Lembras-te das duas colunas: os participantes não orientaram o debate para o lado institucional como para o satírico.
Os participantes não estavam lá com um papel passivo. Foi valorizado o que todos deixaram valorizar.



De J.M.C a 24 de Maio de 2011 às 14:13
Entendo, mas o que eu disse não tem que ver com quebrar regras, nem arte, nem nada do que explicas. Estamos a falar de coisas diferentes. Tem a ver, mais uma vez, com nomes. Há quem goste de impressionismo e há quem goste de surrealismo e há quem goste dos dois. Se tudo isto tivesse o mesmo nome era confuso. Poucos gostam de ser enfiados no mesmo saco. Têm nomes diferentes, têm "regras" diferentes, têm públicos diferentes, têm aceitações diferentes.
E quem vai a uma exposição de surrealismo está à espera de encontrar isso, ou melhor. Eu fiquei desiludida com este concurso. Achei positiva a iniciativa, mas depois não encontrei o que o nome prometia. E pelos vistos não fui a única. As características do Design que eu gosto e admiro foram as únicas que não apareceram aqui. Fui levada a pensar que iam aparecer.


De RicardoCoelho a 24 de Maio de 2011 às 14:59
Mas o facto de ser surrealismo, expressionismo ou impressionista seja o que for, por limites numa corrente artística e não no seu concito de arte, da mesma forma que vejo que a proposta que desenvolvi não vai contra o conceito de design. Mas independente disso e agora para ajudarmos um pouco o evento em vez de andarmos a penas a referir que isto não agradou a todos, de que forma é que achas que as propostas deveriam ser avaliadas? quais os aspectos a ter em conta? Não achaste correcto as propostas que restavam em segundo lugar ? era completamente o oposto da proposta que eu apresentei e aquilo na verdade foi uma questão de sorte pois estavam todos a um passo de ganhar.


De Diogo a 24 de Maio de 2011 às 15:10
Já muitos responderam a essa pergunta.
Para a próxima é ter em conta ao que se olha quando se fala em "logótipo". E isso, se tem que ser explicado literalmente, é porque está alguma coisa errada.


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